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Esta página exibe os dados de um Projeto de Extensão.

Índice:

Informações de RegistroDados Gerais do Projeto de ExtensãoDados de Renovação do Projeto
Dados do Coordenador do ProjetoSituação do ProjetoHistórico de Coordenação
Histórico de Avaliações
Informações de Registro

Número de Registro: 176/2025

Dados Gerais do Projeto de Extensão

Título: “a.e.i.o.urbana.s”: ABORDAGEM DE EXEMPLOS DE INTERVENÇÕES e (re) ORGANIZAÇÕES URBANAS SUSTENTÁVEIS

Programa de Extensão: (indefinido)

Resumo da Proposta:

A abordagem do planejamento urbano contemporâneo se baseia nos conceitos de “cidades para pessoas” e “cidades-esponja” e, apesar de intervenções no Brasil ainda parecerem incipientes, soluções efetivas estão criando “cidades resilientes” exemplares ao redor do planeta. Esse tema é amplamente abordado na disciplina “Arquitetura e Urbanismo” do curso de Engenharia Civil da Universidade Federal de Lavras (UFLA), sendo que os cursistas pesquisam intervenções atuais e expõem seus trabalhos desde 2019. Esta proposta pretende uma ação de transferência dessa produção de conhecimento para os estudantes do Colégio de Aplicação da UFLA (CAp NEDI/UFLA), com atividades interativas e elaboração de pôsteres e maquetes que possam ficar expostos no espaço físico da escola, alcançando, também, os responsáveis pelas crianças. Seu foco é estimular o olhar crítico e criativo sobre a cidade e sobre a relação entre urbanismo, mobilidade sustentável e meio ambiente. Por meio de uma abordagem lúdica e participativa, busca-se incentivar a reflexão sobre temas como cidades humanas e inclusivas, meios de transporte ativos, transporte público de qualidade, preservação e requalificação ambiental urbana e papel do cidadão na construção de cidades mais saudáveis e resilientes.
Palavras-Chave:
Urbanismo Contemporâneo; Cidades para pessoas; Cidades-esponja; Cidades resilientes; Mobilidade sustentável; Meio ambiente urbano; Infraestrutura verde; Educação cidadã na educação infantil; Engenharia civil; Extensão universitária.

Área Temática: Educação

Instituições Parceiras: Colégio de Aplicação da UFLA (CAp NEDI/UFLA)

Número Estimado de Participantes: 140

Locais de Realização:

Laboratório de Construções do DEA.
Colégio de Aplicação da UFLA (CAp NEDI/UFLA).
Auditórios ou anfiteatros que se façam necessário.

Data de Início: 24/11/2025

Data de Término: 31/12/2030

Justificativa:

O espaço urbano é resultado direto das escolhas econômicas, sociais e ambientais de cada geração. A valorização intensa do automóvel, em detrimento do investimento em transportes coletivos de qualidade, ou em transportes individuais ativos; a desvalorização das ruas como palco da vida democrática, e a consequente degradação dos espaços públicos; a ênfase excessiva em “infraestrutura cinza” e na ilusão de controle total sobre a natureza e suas águas; tudo isso evidencia que as cidades e o meio ambiente foram mal geridos e que é necessário repensar as formas de planejar e de intervir nos espaços urbanos.
A reumanização dos centros urbanos e a convergência de projetos com a natureza têm sido recorrente em diversos países, ao contrário do Brasil, onde ocorrem intervenções pontuais e relevantes, porém ainda escassas. Urge o Urbanismo Contemporâneo: projetar ou readequar as cidades para as pessoas e para a interação social, em parceria com a natureza, e não contra ela, para construir um futuro urbano resiliente, sustentável e auspicioso.
O projeto se justifica por promover, desde a infância, a compreensão da cidade como espaço coletivo, diverso, em constante transformação e atrelado aos ecossistemas da natureza. Ao conhecer exemplos de intervenções urbanas contemporâneas realizadas em cidades do mundo inteiro, como a criação de calçadões, de ciclovias, de linhas rápidas de veículos coletivos, de parques lineares, de praças alagáveis e de “cidades-esponja”, as crianças são convidadas a refletir sobre o funcionamento e os desafios do espaço urbano que habitam.
Além disso, o projeto proporciona aos estudantes da UFLA uma experiência extensionista significativa, permitindo-lhes aplicar conhecimentos técnicos de urbanismo e engenharia em um contexto educativo, interdisciplinar e de responsabilidade social.

Caracterização dos Beneficiários:

O projeto beneficia diretamente três grupos principais, que também se retroalimentam:
1. Crianças da Educação Infantil do Colégio de Aplicação da UFLA (CAp NEDI/UFLA): são o público-alvo principal da ação de transferência de conhecimento. As crianças terão sua formação cidadã, urbanística e ambiental estimulada por meio de uma abordagem lúdica e participativa.
2. Estudantes do Curso de Engenharia Civil da UFLA: participantes e co-beneficiários, os graduandos obterão uma experiência extensionista significativa, aplicando seus conhecimentos teóricos de urbanismo e engenharia em um contexto de responsabilidade social e pedagógico.
3. Responsáveis pelas Crianças (Pais/Mães/Familiares): caracterizados como beneficiários indiretos, os frequentadores do espaço físico do colégio serão alcançados pelas exposições dos pôsteres e maquetes, podendo, ainda, aprender com as próprias crianças.

Objetivos:

Objetivo Geral:
Promover o ensino e a aprendizagem sobre cidadania, urbanismo, mobilidade e meio ambiente urbano para crianças da educação infantil do Colégio de Aplicação da UFLA (CAp NEDI/UFLA), por meio de atividades educativas conduzidas por estudantes do curso de Engenharia Civil da UFLA.

Objetivos Específicos:

Eixo 1 – Os meios de transporte e sua relação com o meio ambiente
1. Conhecer os principais meios de transporte e identificar quais são mais utilizados na cidade.
2. Discutir os impactos ambientais gerados pelos transportes, especialmente as emissões de poluentes.
3. Explorar alternativas sustentáveis de mobilidade, como bicicletas, transporte coletivo e veículos elétricos.
4. Refletir sobre o papel das escolhas individuais e coletivas na construção de uma mobilidade mais limpa e eficiente.

Eixo 2 – Minha cidade e o meio ambiente
1. Reconhecer características da cidade onde vivemos, identificando seus espaços naturais e urbanos.
2. Estimular o cuidado e a preservação dos espaços públicos, como praças, ruas, calçadas e rios.
3. Compreender a importância da coleta seletiva e do descarte correto do lixo para a sustentabilidade urbana.
4. Incentivar a reflexão sobre o papel do cidadão na manutenção de um ambiente urbano mais saudável e equilibrado.

Metas:

Este projeto de extensão estabelece metas estratégicas que visam transformar e incentivar a abordagem pedagógica sobre o espaço urbano construído, fundamentada na urgência de reumanizar as cidades e promover sua resiliência. Em sintonia com a Justificativa, que aponta a falha da ênfase excessiva em “infraestrutura cinza” e na priorização do automóvel, a principal meta é transpor o saber acadêmico contemporâneo para o imaginário infantil. Isso se desdobra na:
1. consolidação do paradigma das "Cidades para Pessoas" na prática pedagógica, buscando uma mudança cultural de longo prazo que redefina as ruas como espaços de convivência acolhedores, palco da vida pública.
2. valorização da mobilidade sustentável, buscando o estímulo efetivo ao uso e à defesa de meios de transporte ativos e coletivos, podendo influenciar as escolhas de deslocamento dos responsáveis e das crianças.
3. transformação do conceito abstrato de "Cidades-Esponja" em algo observável, capacitando a comunidade escolar a reconhecer e valorizar a infraestrutura verde como solução eficiente e esteticamente produtiva para a gestão dos recursos hídricos urbanos, o que proporciona maior resiliência contra inundações e secas.
Por fim, o projeto tem como meta institucional fortalecer o papel da Extensão, gerando produtos de conhecimento (materiais didáticos e mostras) que garantam a perpetuidade do diálogo e a integração entre a graduação e a educação infantil, garantindo que os objetivos específicos sejam atingidos com profundidade e impacto duradouro.

Fundamentação Teórica:

Essa proposta se baseia em soluções de planejamento urbano que abordam os conceitos contemporâneos narrados a seguir, quais sejam: “cidades para pessoas” e “cidades-esponja”.
1. Cidades para pessoas
Por décadas, a abordagem de planejamento urbano, influenciada por nomes como Le Corbusier, priorizou a circulação de automóveis e a construção de edificações isoladas e de grandes proporções, negligenciando a escala humana e as necessidades sociais e sensoriais das pessoas. O foco no carro e na escala macro transformou as cidades em ambientes congestionados, inseguros e, muitas vezes, hostis aos pedestres e à vida pública.
Segundo GEHL, 2013, a cidade deve ser projetada para aqueles que a criaram e a vivenciam diariamente, ou seja, as pessoas. Quanto mais vitalidade, maior segurança, o que JACOBS, 2011, definiu como "olhos das ruas": onde há mais gente usufruindo das ruas, há naturalmente mais proteção. Além disso, a prioridade à mobilidade ativa e ao transporte público de qualidade contribui, diretamente, para a saúde pública e para a sustentabilidade ambiental.
Bairros e cidades, globalmente, vem recebendo intervenções nesse sentido. São promovidos ativamente o caminhar e o pedalar, investindo-se em calçadas largas, seguras, arborizadas e em infraestrutura cicloviária de qualidade. Mobiliário urbano, textura de piso e vegetação são explorados para acolher os usuários. Segundo GEHL, 2013, calçadas, praças e parques devem oferecer oportunidades para sentar, observar e interagir, funcionando como verdadeiras "salas de estar urbanas".

2. Cidades-esponja
Uma questão crucial para a vida pública é a infraestrutura do ambiente urbano no contexto da crise climática, sendo as inundações severas, e as secas prolongadas, um desafio contemporâneo. Cidades que possuem a capacidade de resistir, adaptar-se e recuperar-se de forma rápida e eficiente dos efeitos de uma adversidade, como um desastre natural (inundações, deslizamentos ou eventos climáticos extremos), são chamadas de "cidades resilientes".
Enquanto o Urbanismo tradicional adota uma estratégia de drenagem rápida, utilizando concreto, tubulações e canais para despejar a água da chuva o mais rápido possível para longe do ambiente urbano (infraestrutura cinza), YU, 2017, sugere que se abandone a ilusão de controle total sobre a natureza e que se adote a sabedoria dos ecossistemas, por meio do manejo de água baseado na própria natureza (infraestrutura verde). O projetista chinês defendeu o "Planeta Esponja", em que as cidades (as "cidades-esponja"), ao invés de serem impermeabilizadas, têm suas superfícies permeáveis maximizadas. Isso é alcançado através da restauração de zonas úmidas e da criação de parques inundáveis, de telhados e fachadas verdes, de jardins de chuva e de pisos permeáveis, reduzindo-se a velocidade do escoamento superficial de águas pluviais. Mitigando-se as cheias, evitando-se desastres e custos de reparo, armazena-se água para os períodos de estiagem, proporcionando abastecimento contínuo.
YU, 2017, ainda sustentou o conceito de "Arte da Sobrevivência": as soluções de engenharia devem ser também esteticamente agradáveis e ecologicamente produtivas. Sendo assim, a infraestrutura verde deve também contribuir para aumento da biodiversidade, melhora da qualidade do ar e oferta de espaços públicos mais atraentes e termicamente mais confortáveis.
Na China, na Europa, na América do Norte, são inúmeros os exemplos de zonas urbanas que vêm recebendo investimentos em soluções com áreas de inundação controlada e de ecossistemas restaurados, que podem ser utilizadas como reservatórios de emergência, ou para lazer e recreação durante períodos de seca. As soluções, em geral de relativo baixo custo e alta eficiência, transformam ameaças de inundações em oportunidades de enriquecimento paisagístico e ecológico, revertendo áreas degradadas em espaços de convivência acessíveis às comunidades.

Referencial Bibliográfico:
GEHL, Jan. Cidade para pessoas. Tradução de Anita Di Marco. 2. ed. São Paulo: Perspectiva, 2013.
JACOBS, Jane. Morte e vida de grandes cidades. Tradução de Carlos S. Mendes Rosa. 3. ed. São Paulo: Martins Fontes, 2011.
YU, Kongjian. The Art of Survival: Sponce City, Landscape Architecture and the Future. Beijing: China Architecture & Building Press, 2017.

Metodologia:

O projeto será desenvolvido semestralmente como atividade prática vinculada à disciplina “Arquitetura e Urbanismo” do curso de Engenharia Civil da UFLA. As etapas incluem:
1. Fundamentação teórica e pesquisa: levantamento de exemplos de boas práticas urbanísticas e de mobilidade sustentável em cidades brasileiras e internacionais.
2. Planejamento pedagógico: elaboração de materiais didáticos (pôsteres, maquetes e jogos educativos) para apresentação às turmas do CAp NEDI/UFLA.
3. Ações educativas: realização de exposições dos materiais produzidos e, ou de oficinas com as crianças, com atividades participativas e rodas de conversa.
4. Mostra “a.e.i.o.urbana.s: Apresentação de Exemplos de Intervenções e (re) Organizações Urbanas Sustentáveis”: exposição dos trabalhos produzidos, promovendo a divulgação dos conhecimentos sistematizados pelos estudantes da graduação e assimilados pelos estudantes da educação infantil, com possibilidade de alcance do interesse dos responsáveis pelas crianças e de outros frequentadores do espaço do colégio.
5. Avaliação e registro: elaboração de relatórios e registros audiovisuais para acompanhamento e divulgação dos resultados, se for o caso.

Impactos na Formação Discente: O projeto oferece aos discentes de Engenharia Civil uma experiência extensionista significativa que consolida o aprendizado teórico sobre Urbanismo Contemporâneo, incentivando-os a aplicar e a traduzir conceitos, que até então eles próprios poderiam desconhecer, para a linguagem lúdica da educação infantil. O principal impacto reside no desenvolvimento de competências transversais: aprimoramento das habilidades de comunicação e didática e cultivo de um senso de responsabilidade social que transcende a abordagem tradicional da Engenharia. Ao trabalhar ativamente com “cidades para pessoas” e infraestrutura verde, os estudantes são preparados para serem profissionais com uma visão crítica, aptos a inovar e a atuar em prol das cidades resilientes.

Relação Ensino, Pesquisa e Extensão:

O projeto de extensão apresentado materializa a indissociabilidade entre Ensino, Pesquisa e Extensão, princípio fundamental que rege as universidades públicas brasileiras, conforme estabelecido na Constituição Federal de 1988. Essa articulação não é meramente burocrática, mas sim a base epistemológica para a produção de conhecimento relevante e engajado.
Em suma, o projeto utiliza o Ensino (disciplina "Arquitetura e Urbanismo") como base para o conhecimento, a Pesquisa (levantamento de dados e referencial) como validação e aprofundamento desse conhecimento, e a Extensão (ações educativas e mostras) como veículo para aplicar e disseminar esse saber na comunidade externa, fortalecendo a integração com o CAp NEDI/UFLA.

Relação com a Sociedade e Impacto Social: A relação deste projeto com a sociedade e seu impacto nela reside na formação de uma cidadania urbana crítica desde a infância, alcançada pela democratização do conhecimento técnico-científico da universidade. Ao transferir os conceitos de "Cidades para Pessoas" e "Cidades-Esponja" para a educação infantil de forma lúdica e participativa, o projeto estimula as crianças a desenvolverem um olhar questionador sobre a prioridade dada ao automóvel, em detrimento ao pedestre, e sobre a falta de infraestrutura verde, transformando-as em agentes ativos que compreendem a interconexão entre o planejamento urbano e os ecossistemas ambientais. Esse processo, que também alcança os responsáveis pelas crianças, tem o potencial de influenciar as escolhas futuras e de solidificar a responsabilidade social dos futuros adultos, proporcionando um impacto social profundo e de longo prazo na cultura urbana da comunidade.

Resultados Esperados:

1. Compreensão da necessidade de espaços públicos de qualidade na cidade.
2. Estímulo ao uso de meios de transporte ativos e coletivos.
3. Conscientização de que a cidade é espaço unido aos ecossistemas ambientais.
4. Formação cidadã, urbanística e ambiental em crianças e universitários.
5. Fortalecimento da integração entre a graduação da UFLA e o Colégio de Aplicação (CAp NEDI/UFLA).
6. Produção de materiais didáticos e registros permanentes das ações.

Indicadores de Acompanhamento e Avaliação:

A avaliação ocorrerá de forma participativa e contínua, considerando tanto indicadores quantitativos, quanto qualitativos.
1. Indicadores Quantitativos: número de participantes graduandos da UFLA; número de turmas e de crianças do CAp NEDI/UFLA alcançadas; quantidade de ações educativas realizadas; materiais e produtos educativos elaborados.
2. Indicadores Qualitativos: envolvimento e participação das crianças nas atividades; compreensão dos conceitos urbanos introduzidos; feedback da equipe pedagógica do CAp NEDI/UFLA; autoavaliação dos discentes da UFLA sobre o aprendizado extensionista.
3. Instrumentos: fichas de observação e questionários reflexivos; registros fotográficos e audiovisuais; relatórios semestrais das atividades desenvolvidas.
4. Periodicidade: a realização das atividades será semestral, com consolidação anual dos resultados.
5. Responsável pelo acompanhamento: Todas as etapas do projeto serão acompanhadas pela proponente, Profa. Dra. Luciana Barbosa de Abreu, coordenadora do projeto. Membros Núcleo de Estudos em Arquitetura e Urbanismo (NeArq), quando conveniente, também poderão ser envolvidos no projeto.

Cronograma:

O projeto será desenvolvido de acordo com o seguinte cronograma.
1. Fundamentação teórica e pesquisa (1º e 2º meses letivos);
2. Planejamento pedagógico (2º e 3º meses letivos);
3. Ações educativas (3º mês letivo);
4. Mostra “a.e.i.o.urbana.s” no CAp NEDI (4º mês letivo);
5. Avaliação e registro das ações (4º mês letivo).

Descrição Resumida: O planejamento urbano atual foca em "cidades para pessoas" e "cidades-esponja", visando resiliência. A disciplina de Arquitetura e Urbanismo da Engenharia Civil (UFLA) aborda este tema. A proposta levará esse conhecimento às crianças estudantes do CAp NEDI/UFLA através de atividades interativas, como pôsteres e maquetes. O objetivo é estimular o olhar crítico e criativo sobre urbanismo, mobilidade sustentável e meio ambiente, incentivando a reflexão sobre cidades humanas, inclusivas e saudáveis.

Equipe:

Alunos de Graduação:

Nenhum


Docentes:

  • LUCIANA BARBOSA DE ABREU - Início: 24/11/2025 - Término: 31/12/2028 - Vínculo: Ativo

Técnicos Administrativos:

Nenhum


Alunos de Pós-Graduação:

Nenhum


Outros Usuários:

Nenhum

Dados de Renovação do Projeto

Renovações de Projetos:


Renovações associados ao Projeto
InícioTérminoData de Solicitação pelo CoordenadorData de Aprovação pela PROEEC
Nenhuma renovação do projeto de extensão foi cadastrada

Dados do Coordenador do Projeto

Coordenador do Projeto: LUCIANA BARBOSA DE ABREU

Setor: DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA AGRÍCOLA

E-mail Institucional: luciana[em]ufla.br

E-mail Alternativo: luarquiteta[em]uol.com.br

Situação do Projeto

Situação de Aprovação: Registrado

Submetido pelo Coordenador do Projeto em: 24/11/2025 - 18:42:25

Aprovado pelo Conselho Departamental (Lavras) ou pelo Colegiado de Extensão (Paraíso) em: 27/11/2025 - 10:33:09

Aprovado pelo Colegiado de Extensão (Lavras) ou pelo Diretor da UA (Paraíso) em: Nenhuma

Histórico de Coordenação

Histórico de Coordenação:

  • LUCIANA BARBOSA DE ABREU: De 24/11/2025 em diante.

Histórico de Avaliações
Data/HoraDescrição
27/11/2025 - 10:33:09Projeto de Extensão aprovado pelo Chefe de Departamento e enviado para o Colegiado de Extensão para aprovação. (GISELLE BORGES DE MOURA)
27/11/2025 - 17:11:47Projeto de Extensão registrado. Número de registro: 176/2025 (ALFREDO RODRIGUES DE SENA NETO)

Universidade Federal de Lavras - UFLA

SIG-UFLA - Versão 1.98.8

Créditos